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COMO EVITAR AS FALSAS AMIZADES E TER BONS AMIGOS.

A história do Filho pródigo ilustra bem a falsa amizade que é
sustentada somente quando os amigos possuem bens materiais.
Como livrar-se deste tipo de amizade! Este é o desafio:

I. Os perigos da falsa amizade (14:20, 21; 19:4,6, 7).
1. O perigo das amizades superficiais (18:24). É melhor ter um amigo verdadeiro do que muitos colegas. Na hora do aperto o amigo socorrerá, ao passo que os colegas não.
2. Fiança (6:1-5; 17:18). O envolvimento financeiro precipitado gera compromissos mal assumidos.
3. Bajulação, falsidade e hipocrisia (27:5, 6; 28:23). Toda boa amizade é sustentada na base da honestidade e isso inclui a liberdade de falar o que é verdade (cf. 27:17).
4. A difamação e separa os bons amigos ( 16:28; 17:9).
5. Traição (2:17; 16:29).

II. Como escolher amigos.
- Veja quem deve ser evitado:
1. Evitar o homem violento que guia por caminhos maus (cf. 1:10-15; 4:14-19; 16:29.
2. O iracundo ou colérico (22:24, 25). Aquele que não é controlado
e não escuta conselho de ninguém.
3. Os libertinos sem auto-controle (23:20; 28:7). Evite amigos cujos princípios morais são frouxos, libertinos...
4. Os rebeldes (24:21). Deus e as autoridades julgam os rebeldes. Por isso fuja daqueles que têm prazer em quebrar as regrinhas. Não, não são amigos.

- Quem deve ser escolhido:
1. Escolha por seus companheiros aquele que vem socorrê-lo na adversidades (17:17). Aquele que persevera com você mesmo na pobreza (19:4, 6, 7; cf. 18:24; 27:10).
2. Aquele que o ajuda no seu caráter (27:17). Até por meio de suas críticas sinceras (24:26; 27:5, 6). Aquele que é provado pelo seu conselho sadio (13:20; 27:9).
3. Aquele que releva o passado (17:9).
4. O que é fiel e cumpre a sua palavra (18:24; 27:10).

Será que trato bem os meus amigos? Faço amigos por interesse
próprio? Tenho o dever de ensinar (orientar) meus filhos/alunos a
como escolher seus amigos. Eu devo ser um bom companheiro,
uma influência positiva para aqueles que convivem ao meu redor.
Devo ser fiel em palavra e ato para com todos.
Pr.Jorge Francisco Cacuto

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